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Família de Araguapaz é exemplo proatividade e colhe lucros após ATeG do Senar Goiás em horticultura

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Com apenas 23 anos, William Moreira da Silva tem orgulho de viver no campo e de ter uma boa renda tirada dele. Desde de criança sempre gostou da vida na fazenda, seguindo os passos do pai. Ele cursou o ensino médio e decidiu que não iria para a cidade fazer faculdade. O trabalho seria integralmente dedicado ao cultivo. Já investiu na produção de banana e milho. Mas ainda não era isso que garantiria uma melhor renda e qualidade de vida para a família, no Sítio 3 Irmãos, município de Araguapaz. A propriedade de 5 alqueires fica no assentamento Santa Ana, a 328 Km de Goiânia.

“Meu pai sempre trabalhou duro aqui na terra. Não foi fácil manter a família tirando tudo daqui. Hoje vejo tudo mais fácil porque aprendemos a trabalhar com gestão. Minhas duas irmãs moram na cidade e aqui ficamos eu, minha esposa, minha filha, meu pai e minha mãe. Descobrimos na horticultura e na Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar Goiás, o caminho para uma boa produção e lucro. Tanto que mesmo no período de pandemia tivemos aumento de renda”, conta William.

A mandioca é o destaque da propriedade. É vendida descascada e fresca. Por ser diferente da maioria, a procura é tanta na região que a família não está conseguindo atender a demanda e por isso será preciso ampliar a produção ainda mais. Todos os meses tem plantio. Tudo planejado e escalonado. Essas são algumas das práticas incorporadas através da ATeG do Senar Goiás. O mesmo vale para alface, outras folhagens, abobrinha e pimenta. Todos os produtos já têm lugar certo para a entrega que é feita pelo William. O restante da família cuida do cultivo.

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A propriedade é tão organizada que chamou a atenção da supervisora de fruticultura e horticultura do Senar Goiás, Ana Paula Belo. “Durante minha última visita eu fiquei impressionada com a organização, com a aplicação na íntegra do que é proposto pela ATeG. O trabalho é um excelente exemplo de eficiência da agricultura familiar”.

O responsável pela ATeG na propriedade é o técnico de Campo Edgar Estevam, que atende a família desde de dezembro de 2019. “Há quase dois anos trabalhamos desde a parte técnica até a gestão. O atendimento é feito através do cadastro do senhor Roberto, que é o pai do William. E toda a evolução da propriedade acontece graças à proatividade deles. Eles realmente usufruem da consultoria da assistência técnica do Senar Goiás. Não ficam restritos somente às visitas mensais. Me ligam para pedir opinião sobre novas ideias a serem implantadas, para esclarecer dúvidas. Antes eles não tinham produção de mudas, área vegetativa fechada. Atualmente a renda bruta na propriedade é mais que o dobro, área plantada também dobrou desde o início da ATeG. A propriedade conta com dois veículos, computador e internet de qualidade. Agora eles se preparam para investir mais tecnologia nos cultivos. Com certeza são um exemplo de caso de sucesso na horticultura”.

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William e a família se preparam para a realização de dois objetivos que vão trazer a condição de ampliar ainda mais o mercado. “ Agora o próximo passo é investir numa irrigação melhor, mais eficiente e na compra de maquinário, como um trator. Aprendemos com a Assistência Técnica do Senar a dar um passo de cada vez e só quando sabemos que o terreno que vamos pisar está firme. Então estamos nos organizando e não tem nada mais gratificante do que ver os frutos do trabalho que se ama fazer. Adquirimos uma nova visão de produção e juntamos o conhecimento com a experiência”, afirma William.

Fonte: CNA Brasil

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CNA debate resultados e expectativas com a COP-26

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Brasília (1º/12/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu a live “COP-26: resultados e expectativas”, na quarta (01).

O encontro foi moderado pelo coordenador de Sustentabilidade da CNA, Nelson Ananias, e contou com a participação do presidente da Comissão Nacional do Meio Ambiente e chefe da delegação da CNA na COP-26, Muni Lourenço; do presidente da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Ricardo Arioli; e do sócio-diretor da Agroicone, Rodrigo Lima.

Na opinião de Muni, a participação do Sistema CNA/Senar na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-26) serviu como uma “grande vitrine” para mostrar o esforço que a agropecuária brasileira vem fazendo para conciliar a produção de alimentos com a sustentabilidade ambiental.

Entre os principais avanços, ele citou a definição do Fundo de Adaptação previsto no artigo 6.4 (mercado voluntário de carbono) do Acordo de Paris, a declaração de proteção às florestas e o compromisso global do metano, que prevê a redução de 30% até 2030, além da sinalização da redução do uso de combustíveis fósseis que contribuem para o aquecimento global.

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“A COP-26 teve um saldo positivo e avanços importantes, mas saímos frustrados com a questão de financiamentos para projetos de enfrentamento das mudanças climáticas. Internamente também temos alguns deveres de casa, como o aprimoramento de políticas públicas, o combate ao desmatamento ilegal e a regularização fundiária”, disse o presidente da Comissão Nacional do Meio Ambiente da CNA.

Nelson Ananias destacou a relevância do setor estar presente nas discussões e negociações relacionadas às metas do Acordo de Paris. Segundo ele, o agro brasileiro conseguiu se colocar como parte da solução para a redução das emissões de gases de efeito estufa e diminuição da temperatura média da Terra até 2100.

“O Brasil vem investindo fortemente em uma produção cada vez mais sustentável. Levamos a agricultura brasileira para o mundo e mostramos um setor que não está prometendo, mas que já faz e fará muito mais nos próximos anos”, disse.

O presidente da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA ressaltou o protagonismo brasileiro nessa edição da COP e falou sobre práticas sustentáveis aplicadas no País, como os sistemas integrados de produção.

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Ricardo Arioli também reforçou a necessidade de um esforço concentrado para combater o desmatamento ilegal no Brasil, o que ele considera o “calcanhar de Aquiles” do setor perante o mercado internacional.

Na visão do sócio-diretor da Agroicone, a inovação é a principal ferramenta para o desenvolvimento da atividade produtiva e o enfrentamento dos desafios climáticos. Rodrigo Lima ressaltou as oportunidades proporcionadas pelo Plano ABC+ e cobrou recursos para a definição de uma agenda de implementação efetiva do Código Florestal Brasileiro.

Para saber mais sobre a participação da CNA na COP-26, acesse a página especial aqui

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Fonte: CNA Brasil

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