CUIABÁ

Economia

Procon-SP quer que BC explique vazamento das 160 mil chaves da Acesso

Publicado em

Economia


source
Acesso Bank
Divulgação

Acesso Bank

Nesta segunda-feira (24) o Procon-SP enviou um ofício ao Banco Central para que o  vazamento de 160,147 mil chaves da Acesso Soluções de Pagamento . A autoridade monetária defende que não houve perda de dados sensíveis como senhas e saldos. A informação é da Mônica Bérgamo.

Na sexta-feira (21), o BC emitiu uma nota dizendo que as únicas informações que foram expostas são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos.

Entre os dados potencialmente expostos estão: nome do usuário, CPF, instituição de relacionamento e número de agência e conta

O órgão de proteção ao consumidor paulista quer saber qual a relação jurídica que mantém com a empresa e quantos usuários no estado de São Paulo foram afetados pelo vazamento.

O Procon-SP também pede esclarecimentos sobre qual o plano de ação será utilizado para combater a  utilização indevida dos dados vazados.

A ocorrência comunicada nesta sexta-feira é o segundo vazamento de dados de chaves Pix desde o lançamento do sistema, em novembro de 2020. A primeira aconteceu em setembro de 2021 no banco do Sergipe, o Banese.

Leia Também

Naquela ocasião, 395 mil chaves foram vazadas e, como nesta vez, dados sensíveis como senhas e saldos não faziam parte das informações afetadas.




COMENTE ABAIXO:

Propaganda

Economia

Câmara estuda projeto para reduzir ICMS de conta de luz e combustíveis

Publicados

em

Por

source
Pedido de urgência para tramitação do projeto deve ser debatido nesta quarta-feira
Fernanda Capelli

Pedido de urgência para tramitação do projeto deve ser debatido nesta quarta-feira

Após pressionarem o governo por uma redução nos reajustes na conta de luz, deputados articulam a retomada de uma proposta de que limita a cobrança de ICMS para tarifas de energia elétrica, combustíveis e água a uma alíquota de 17%. A avaliação dos parlamentares é de que essa é uma medida estrutural e que terá efeitos imediatos no bolso da população.

Além disso, o tema impacta fortemente os planos de reeleição do presidente Jair Bolsonaro. Com a inflação acelerando, o presidente vem aumentando o tom das críticas ao preço dos combustíveis, pelos efeitos que a elevação dos preços têm sobre a sua popularidade.

A proposta, do deputado Danilo Forte (União-CE), passa a considerar os serviços de energia elétrica, combustível e água como essenciais, o que limita a alíquota do tributo estadual que pode ser aplicada. O deputado já reuniu assinaturas para apresentar um requerimento de urgência na tramitação da proposta, que pode ser avaliado na sessão desta quarta-feira (18).

Leia Também:  Veja como criar conta no Caixa Tem para receber o FGTS emergencial

“A proposta é no sentido de nominar energia, água e combustível como bens de primeira necessidade. Ninguém altera alíquota, nem mexe com ano fiscal, só faz enquadramento e os estados são obrigados a baixar a alíquota para 17%”, diz o deputado.

Para ele, o ganho é imediato. A expectativa é de que haja uma redução da ordem de 11% no preço na bomba, para os combustíveis.

Entre no  canal do Brasil Econômico no Telegram e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o perfil geral do Portal iG

No caso da conta de luz, o corte poderá ser bastante elevado em alguns estados, caso tenham de diminuir a alíquota para 17%. No Rio de Janeiro, o tributo é de 34%. O Distrito Federal tem alíquota de 25% para o ICMS na conta de luz. Em São Paulo, a alíquota padrão é de 25%, mas pode ser menor a depender da renda familiar e do consumo de energia.

Leia Também:  Sem reforma tributária, IR causa prejuízo para quem ganha até R$ 6 mil

“Essa é uma medida estrutural. Já conseguimos assinaturas para o pedido de urgência, que pode ser votado ainda hoje. É uma oportunidade para a população brasileira que tem muito gasto com energia”, afirma.

Forte participou da reunião entre deputados e o ministro de minas e energia, Adolfo Sachsida, nesta quarta. Ele disse que o ministro se comprometeu a discutir essa proposta diretamente com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Pela manhã, os parlamentares pressionaram Sachsida e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para apresentarem um caminho para evitar as correções das contas de luz, que estão chegando a superar os 20%.

Caso não haja uma solução, o Congresso votará o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que adia para 2023 o aumento na conta de luz autorizado pela agência reguladora no Ceará, e que pode ser estendido para todos os estados.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA