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Após decreto, transporte público teve queda de 91% nos usuários

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Midianews

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou que houve uma redução de 91% no número de usuários do transporte público da Capital após o decreto baixado na última semana para conter o avanço da Covid-19 (novo coronavírus).

 

Inicialmente, o prefeito determinou a suspensão de 100% da frota. Mas, uma decisão liminar – atendendo a pedido da Procuradoria Geral do Estado (PGE) – permitiu a circulação de 30% da frota.

 

Em uma transmissão nas redes sociais na noite de ontem, o prefeito apresentou números contabilizados pela Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) e que demonstram a queda radical no número de usuários.

 

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Na segunda-feira anterior ao decreto (16), 210 mil usuários circularam no transporte da Capital.

Recebemos os primeiros números da Semob que mostram 91% a menos de usuários circulando no transporte de Cuiabá. É um número avassalador e que mostra que a população está preocupada
Na última segunda (23) – já com o decreto vigorando – o número de passageiros registrados foi de pouco mais de 19 mil.

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“Baixei o decreto na sexta, vieram as decisões judiciais e, no final de semana, pedi à população que não andasse de ônibus nesse período da pandemia. Recebemos os primeiros números da Semob que mostram 91% a menos de usuários circulando no transporte de Cuiabá”, disse o prefeito.

“É um número avassalador e que mostra que a população está preocupada, alerta, consciente e colaborando, não com o prefeito, mas com ela mesma, com sua família e coma família cuiabana para evitar a proliferação do novo coronavírus”, emendou.

O prefeito reiterou o “apelo” para que aqueles que puderem evitar o transporte público, assim o façam.

“Os ônibus, especialmente os lotados, são um agente propagador muito agressivo da disseminação da doença. Não posso expor a população, principalmente os mais humildes, a essa situação de vulnerabilidade”, disse.

“Na minha visão as decisões judiciais foram muito cruéis e representaram uma violência à população mais humilde. Mas fui as redes sociais, fiz um apelo para que evitassem o transporte e a população atendeu nosso chamado”, concluiu.

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Empresas do filho do governador em 2 anos atinge quase meio bilhão de capital social

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Empresas do jovem empresário Luis Antonio Taveira Mendes – filho do governador de Mato Grosso Mauro Mendes (DEM) – têm capital social que soma quase meio bilhão de reais.

Aos 23 anos de idade, Luis passou a responder pelas empresas há pouco mais de dois anos, desde que o pai foi eleito governador do Estado, ficando desta forma, impedido de estar a frente dos negócios.

De lá pra cá, o rapaz – que recentemente foi apontado como um “player revelação” – tem participação em 29 empresas perante a Receita Federal Brasileira. Nelas, Luis figura nas condições de presidente, diretor ou administrador.

Os dados podem ser obtidos em consulta ao portal Transparência.CC – de caráter privado, sem vínculo a quaisquer órgãos oficiais do governo e que tem como propósito dar maior transparência, facilidade e rapidez na divulgação e consulta de dados abertos e de interesse público.

Em uma busca no portal, a reportagem constatou que as empresas de Luis – com capital social exato de R$ 410.979.176,76 – estão distribuídas nos estados de Mato Grosso, São Paulo, Acre e Pará. Dos 29 CNPJs, 21 são empresas do tipo matriz e oito são filiais.

A empresa mais recente é a Seven Gold Mineração LTDA, aberta em julho do ano passado. Ela tem capital social de R$ 100.000,00 e sede em Cuiabá.

Também aparecem no rol de empresas do filho do governador: a Sollo Participações Sa (Holding), com capital social de R$ 40.000.000,00; a Sollo Construções Ltda (R$ 8.000.000,00); a Saue Geração De Energia Ltda (R$ 12.000.000,00); dentre outras.

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Na lista de sócios de Luis Antonio destacam-se nome como o do empresário Jandir Milan (ex-presidente da Fiemt); a esposa e o sogro do ex-deputado federal Fabio Garcia, Marcella Deveza Marchett Garcia e Eloi Vitorio Marchett Filho respectivamente e o do empresário do agronegócio Elizeu Zulmar Maggi Scheffer.

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