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Governador garante inclusão de trecho no Pró-Estradas

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DA REDAÇÃO – MIDIANEWS


O governador Pedro Taques anunciou nesta segunda-feira (20) que a pavimentação da MT-110, no trecho que liga Tesouro a Guiratinga, será inserida no programa Pró-Estradas.

O chefe do Executivo também afirmou que a secretaria de Saúde fará uma vistoria no Hospital Santa Maria Bertila para estudar a reabertura da unidade.

Para o governador, é necessário que o Estado trabalhe para o crescimento dos municípios menores. Ele lembrou que a ligação entre as duas cidades é um sonho antigo e de extrema importância para o desenvolvimento econômico daquela microrregião.

Na saúde, o governador ressaltou que nos seis primeiros meses de gestão foi feito um diagnóstico de como está a saúde no Estado um plano de ataque aos problemas já está em execução, por meio do programa Transforma Mato Grosso.

O governador afirmou que determinará que uma equipe da Secretaria de Saúde (SES) faça uma visita ao Hospital Santa Maria Bertila para verificar a possibilidade de abertura da unidade.

Demonstrando a necessidade, o governador afirmou que o Estado trabalhará pela abertura e a manutenção seria feita através de consórcio com os municípios vizinhos, como já funciona em Água Boa.

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O prefeito de Tesouro, Ilton Ferreira Barbosa, destacou que além de ajudar no deslocamento entre os dois municípios a pavimentação da MT-110 também beneficiará o turismo na região.

“A pavimentação da MT-110 vai nos ajudar muito, principalmente, pelo deslocamento entre Tesouro e Guirantinga, haja vista o potencial turístico do nosso município. Portanto, queremos agradecer a recepção do nosso governador Pedro Taques por essa atenção os municípios menores”, disse.

Já o prefeito de Guiratinga, Hélio Antônio Filipin Goulart, destacou que a reabertura do hospital e a pavimentação da MT-110 é um grande sonho dos dois municípios. Afirma que a ligação vai impulsionar a economia local.

“O governador Pedro Taques tem compromisso com a verdade, nosso Estado precisa disso no momento, nós estamos confiantes”, afirmou.

Além da pavimentação da MT-110 solicitada pelos dois municípios, os prefeitos também pediram que o governador inclua no programa Pró-Estradas Reconstrução da MT-270, que liga Guiratinga a Rondonópolis, um trecho que de 110 quilômetros.

O governador deve anunciar as benfeitorias durante visita à região.

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Os prefeitos estavam acompanhados da bancada de vereadores dos dois municípios. Também participaram da reunião os deputados estaduais, Ondanir Bortolini-Nininho, Wilson Santos e Pedro Satélite.

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SERVIDORES DO ESTADO, SEM REPOSIÇÃO DA INFLAÇÃO, NÃO HÁ EM AUMENTO REAL

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Wagner

Afrase título desse artigo, reflete uma lógica simples e auto inteligivel, porém, nos dias atuais, até as coisas mais básicas precisam ser re-ditas e re-frisadas, para a compreensão de todos, inclusive dos líderes sindicais de algumas categorias de servidores do estado.

Desde 2004, quando se aprovou a Lei 8.278/04, pela qual se estabeleceu a “política de revisão geral anual da remuneração e do subsídio para os servidores públicos do Poder Executivo Estadual”, temos, ano a ano, minimizado o impacto da inflação, com a RGA (recomposição geral anual) sendo paga calculada pelo INPC, índice nacional de preços ao consumidor medido pelo IBGE, não sem muita articulação, cobranças e, quando não, mobilizações e até greves, como a histórica greve geral de 2016.

Porém, um fato novo aconteceu que hoje causa uma insegurança financeira que se extende a todas as categorias do poder executivo. Todas, sem excessão!. Articulado à época pelo governador Taques, a PGR, de onde era oriundo antes de ser político, ingressou com a ADI 5.584 MT, contra a Lei 8278/04, alegando que não se podia vincular reposição salarial a índice definido por órgão federal, ignorando que a própria lei definia outros critérios para garantir a reposição inflacionria dos servidores, tal como incremento de receita etc.

Sem espanto algum, a PGE que deveria defender o interesse público e não do governo de ocasião, não defendeu o direito dos servidores e sim, que a lei deveria ser declarada inconstitucional. O que de fato aconteceu no final do ano de 2021 pelo plenário do STF, que por preguiça ou descaso, ignorou os argumentos de que o INPC não era o único fator determinante ou não do pagamento da RGA.

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Ou seja, a partir dessa decisão, não há uma política anual de revisão da inflação para os servidores do poder executivo. Todas as categorias, desde as forças de segurança até o todo “diferentão” grupo TAF, têm essa missão com suas categorias, ou seja, criar uma nova política de reposição da inflação para não terem os salários acahatados por ela, em poucos anos de calote, como exemplo, o que estamos sofrendo desde 2018!.

Não é segredo que há algumas categorias atravessando o “samba enredo”, e, ao contrário de buscarem a reposição da inflação dos anos de 2017/18 (resíduo de 4.19% da lei 10.572/17), 2018/19 (3.43%), 2019/2020 (4.48%), 2020/2021 (5.47%) e 2021/2022 (10.06%, do qual foi pago apenas 7%, restando ainda 3%), que são dores coletivas, ou seja, de todas as categorias, estão referindo o vôo solo, buscando “aumento real” em suas tabelas.

Mas o que vejo é que estão vendendo ilusão, pois não há aumento real, se há um passivo trabalhista de mais de 20% de reposição da inflação não pagas dos anos anteriores. A meu ver, essas categorias deveriam estar se somando a luta do coletivo de sindicas, e não se apartando da luta coletiva em busca da simpatia do governo para conseguir melhorias apenas para seu nicho de servidores, enquanto o coletivo luta por uma política de reposição da inflação e pelas perdas que acumulams desde 2018.

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Qualquer carreira que consiga 10 ou 15% de “aumento”, na prática está perdendo outros 10% por que não tiveram a reposição da inflação desses anos todos. A luta neste momento é coletiva, e deixar que uns lutem enquanto outros sentam na sombra a epera do resultado da luta coletiva, a meu ver, é um ato de falta de leitura macro da atual situação dos servidores, quase um ato de covardia.

É bom que todas categorias entendam, não há aumento real sem a reposição da inflação dos períodos de 2018 até os dias atuais, e mormente sem uma nova politica de reposição da inflação que garanta reduzir os impactos do aumento de preços nos salários de todos os servidores.

Antônio Wagner Oliveira, Secretário Geral do SINPAIG MT, Vice Presidente da CSB MT, Secretário Nacional do Serviço Público Estadual da CSB.

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