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Bolsonaro ataca eleições: ‘Era pra termos ganho no primeiro turno’

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 Bolsonaro disse que as eleições de 2018 não aconteceram de forma limpa no primeiro turno
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Bolsonaro disse que as eleições de 2018 não aconteceram de forma limpa no primeiro turno

Nesta sexta-feira (14), o presidente Jair Bolsonaro (PSL) fez uma série de afirmações sobre o processo eleitoral de 2018 e ainda defendeu seu governo daqueles que o acusam de corrupção.

As declarações do mandatário aconteceram durante uma viagem a Macapá, na qual o presidente fez uma visita técnica à infovia 00, que levará internet aos moradores da região norte, e depois participou do evento de inauguração do recurso. Confira a transmissão do evento:

“Pode me dizer que sou grosso, que não tenho muita educação ou que falo demais. Fale o que bem entender, mas em nosso governo tem realização e não tem corrupção”, afirmou.

O presidente ainda aproveitou sua fala sobre a facada que sofreu durante a campanha eleitoral, em 2018, para declarar que as eleições daquele ano não aconteceram de forma limpa no primeiro turno.

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“Quis Deus que, sobrevivendo a uma facada de um integrante do Psol, também conseguisse ganhar as eleições, que éramos para termos ganho no primeiro turno se fossem eleições limpas no primeiro”, disse Bolsonaro no Amapá antes de errar o nome do prefeito de Macapá.

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Procuradores da Lava Jato queriam operação contra Ciro, diz revista

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Procuradores da Lava Jato queriam operação contra Ciro, diz revista
André Carvalho/ CNI

Procuradores da Lava Jato queriam operação contra Ciro, diz revista

Mensagens realizadas entre procuradores da  Lava Jato – e obtidas através do vazamento de conversas entre integrantes da operação – mostram que o  presidenciável Ciro Gomes (PDT), e seu irmão e senador Cid Gomes, bem como outros políticos, eram alvos de ‘conspirações’ por parte dos servidores.

No grupo chamado de “Filhos do Januário 4”, a procuradora Laura Tessler enviou uma mensagem – sem motivos prévios -, no dia 13 de fevereiro de 2019, e afirmou que estava “louquinha pra fazer uma visita pra ele”.

Outro participante do grupo informou que Léo Pinheor, ex-presidente da OAS, havia realizado acusações contra Ciro em sua delação, mas que recuou em seguida. Jerusa Viecilli, procuradora que integra o “Filhos do Januério 4”, respondeu: “Acordo da Galvao tem”. Tessler celebrou em seguida: “Massa!”

A procuradora Laura Tessler tornou-se conhecida pelo envolvimento em controvérsias na Lava Jato. Em um dos episódios, Tessler ironizou a doença de Marisa Letícia – ex-primeira dama – após o ex-presidente Lula (PT) – dizer que a saúde da sua ex-esposa havia piorado em decorrência das perseguições da Lava Jato.

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Tessler também afirmou que o pedido de Lula para sair da prisão e ir ao enterro do irmão que havia falecido tratava-se de “mimimi” e havia a possibilidade de negar a solicitação, pois o noticiário estava saturado com a tragédia de Brumadinho.


Questionado pela equipe de reportagem da revista Carta Capital, o presidenciável afirmou que as conversas são “mais uma prova de que a organização criminosa comandada por Moro e Dallagnol transformou a estrutura da justiça em um covil de milicianos.” E também afirmou que “o tempo está servindo para desmascarar este método nefasto, mas seus efeitos, infelizmente, ainda vão perdurar. A operação abusiva que sofri recentemente é um reflexo tardio deste lavajatismo que ainda sobrevive”.

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