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Câmara anuncia retorno presencial e exige certificado de vacinação

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Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados
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Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) , anunciou, nesta terça-feira (19), o retorno das atividades presenciais na Casa. A volta será a partir da próxima segunda-feira (25). Para a retomada, será necessário que o deputado apresente o  certificado de vacinação devido à pandemia da Covid-19.

Como será o retorno? 

Segundo Bismarck, as atividades da Câmara funcionarão da seguinte forma:

  • A assinatura continuará sendo eletrônica, com presença física na casa através dos totens ou biometrias dos gabinetes ou plenário;

  • nas votações de mérito, será exigida presença no plenário;

  • a carteira de vacinação de cada deputado deverá ser enviada à primeira secretaria;

  • quem tiver comorbidade poderá fazer requerimento para continuar remoto e continuará votando pelo Infoleg.

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Lira, ao anunciar o retorno, afirmou que a apresentação da carteira de vacinação é necessária.

“A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu há pouco que os trabalhos presenciais serão retomados a partir da 2ª-feira, 25. Serão tomadas todas as medidas administrativas e sanitárias no retorno das atividades, entre elas, a apresentação da carteira de vacinação”, publicou Lira em seu Twitter.

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A Câmara estava trabalhando remotamente desde o ano passado por conta da pandemia, no entanto, desde fevereiro deste ano, os trabalhos têm acontecido de forma híbrida, com alguns deputados presentes na Casa.

No mês passado, Arthur Lira chegou a anunciar a retomara presencial para 18 de outubro, mas foi que foi adiado.

Durante o ano passado, para evitar aglomerações os deputados votam por meio de um aplicativo no celular. Atualmente, eles ainda podem seguir votando por aplicativo e também circular pelo prédio público. 

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‘Um salto para os evangélicos’, diz Mendonça após aprovação para o STF

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André Mendonça
Reprodução: Senado Federal

André Mendonça

Aprovado no Senado para a vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal (STF) , André Mendonça disse que a primeira coisa que fez foi agradecer a Deus. Evangélico, ele anunciou que sua aprovação significa um grande passo para a comunidade evangélica.

— É um passo para um homem, um salto para os evangélicos (…) Dei glória a Deus por essa vitória — afirmou, em entrevista à imprensa.

A fala pode ser interpretada como uma referência à frase “Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade”, dita por Neil Armstrong ao pisar na lua, em 20 de julho de 1969.

No primeiro pronunciamento, Mendonça também agradeceu ao presidente Jair Bolsonaro pela indicação, ao Senado pela conclusão da votação, tanto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) quanto no plenário, e listou nomes de políticos evangélicos que o apoiaram no Senado. Entre eles estão o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, Cezinha da Madureira (PSD-SP), a relatora da sabatina, Eliziane Gama (Cidadania-MA), e o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO).

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— Foi um processo longo, difícil, mas de muito aprendizado — disse Mendonça, que deixou o cargo de ministro da Advocacia-Geral da União (AGU) para angariar votos para a sabatina.

Conhecido como “terrivelmente evangélico” ministro aprovado fez um grande aceno ao grupo:

— Nós queremos dizer ao povo brasileiro que o povo evangélico tem ajudado esse país e que quer continuar ajudando esse país, trabalhar por esse país e fazer desse país uma grande nação, fazer da Justiça brasileira uma referência, fazer com essa realidade se concretize cada dia mais e, ao final, dar esperança ao nosso povo.

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