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Justiça determina afastamento do prefeito de Cuiabá

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Emanuel Pinheiro, prefeito de Cuiabá
Divulgação/Prefeitura Cuiabá

Emanuel Pinheiro, prefeito de Cuiabá

O Ministério Público Estadual do Mato Grosso pediu o afastamento de Emanuel Pinheiro (MDB) do cargo de prefeito de Cuiabá no âmbito da investigação que apura suposto ato de improbidade administrativa e ilegalidades na gestão da Secretaria Municipal de Saúde.

A secretária-adjunta Ivone de Souza, de Governo e Assuntos Estratégicos, e o coordenador de Gestão de Pessoas Ricardo Aparecido Ribeiro também foram afastados do cargo. Antônio Montreal Neto, chefe de gabinete da prefeitura, foi preso temporariamente.

Nesta manhã, agentes realizam a busca e apreensão e o sequestro de bens no prédio da prefeitura, na casa do prefeito e de sua esposa, Márcia Aparecida Khun Pinheiro, que também aparece citada nas investigações.

O MPE não especificou quais irregularidades estão sendo averiguadas, já que o processo corre em sigilo de justiça.

A Prefeitura de Cuiabá ainda não se pronunciou sobre o caso. Em nota, Emanuel Pinheiro afirma que “recebeu com surpresa a decisão que gerou o afastamento de suas funções em razão da apuração por contratação irregular de servidores de saúde em Cuiabá”.

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“Amparado pela transparência, o gestor público posteriormente irá se manifestar à população e imprensa. Reitera que está à disposição das autoridades competentes e vai colaborar para o pronto esclarecimentos dos fatos”, conclui o texto.

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Bolsonaro retira indicação de Crivella para embaixada na África do Sul

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Bolsonaro retira indicação de Crivella para embaixada na África do Sul
Antonio Cruz/ Agência Brasil

Bolsonaro retira indicação de Crivella para embaixada na África do Sul

O presidente Jair Bolsonaro retirou a indicação do  ex-prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella (Republicanos) para assumir a embaixada do Brasil na África do Sul. A desistência acontece seis meses após a indicação. Crivella dependia da aprovação das autoridades sul-africanas, o que não aconteceu. A informação foi revelada pelo jornal “Folha de S.Paulo” e confirmada pelo Globo.

O governo brasileiro aguardava da África do Sul uma resposta ao pedido de agrément para que Crivella pudesse assumir o posto de embaixador. Um pedido de agrément consiste em receber o consentimento de um país para que determinado diplomata estrangeiro seja nomeado para função no território. Um pedido de agrément sem resposta significa que o indicado não foi aceito pelas autoridades locais. Em função disso, o Brasil retirou a indicação do ex-prefeito.

Crivella é bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus. A indicação ao posto de embaixador foi um agrado de Bolsonaro à Universal. O grupo religioso tem enfrentado problemas em países africanos, como a Angola. Em agosto, Crivella chegou a encontrar o vice-presidente, Hamilton Mourão, para agradecer ao apoio dado pelo vice à crise da Igreja Universal do Reino de Deus no país.

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O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, disse em setembro que a decisão sobre a aceitação de Crivella como embaixador do Brasil no país caberia ao ministério das Relações Internacionais e Cooperação sul-africano.

O atual representante brasileiro na África do Sul, Sérgio Danese, foi indicado para assumir o posto de diplomata no Peru. Por isso, a embaixada do Brasil na África do Sul deve ficar sob comando de um encarregado de negócios. Ainda não foi feita nenhuma nova indicação de diplomata para o país africano.

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