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Moraes dá 10 dias para PF entregar ata sobre inquérito de Bolsonaro

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Ministro do STF, Alexandre de Moraes
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Ministro do STF, Alexandre de Moraes

Nesta quarta-feira (18), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes concedeu mais 10 dias para a Polícia Federal elaborar um relatório sobre as mensagens incluídas no  inquérito que investiga a divulgação de dados supostamente sigilosos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

A decisão de Moraes atende a uma solicitação da própria PF, que pediu que o prazo fosse prolongado. No início deste mês, o ministro havia dado 15 dias para a PF fazer o relatório analisando o material que obteve com a quebra de sigilo telemático.

“Defiro o requerimento da Polícia Federal de dilação de prazo, por 10 (dez) dias, para integral cumprimento do despacho proferido em 2/5/2022”, disse ele.

Em fevereiro, o procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu o arquivamento do caso , mas Moraes pondera o novo relatório é “essencial para a completa análise dos elementos de prova pela Procuradoria-Geral da República”.

“Oficie-se à autoridade policial, Delegado de Polícia Federal Fábio Alvarez Shor, para que encaminhe aos autos, no prazo de 15 (quinze) dias, relatório minucioso de análise de todo o material colhido a partir da determinação da quebra de sigilo telemático, preservado o sigilo das informações”, decidiu Moraes à época.

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FSB/BTG: Lula tem 43% e Bolsonaro 33% no primeiro turno das eleições

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Lula e Bolsonaro: Petista tem 43% ante 33% do presidente
Ricardo Stuckert/Divulgação e Presidência da República

Lula e Bolsonaro: Petista tem 43% ante 33% do presidente

Com 43% das intenções de voto para as eleições presidenciáveis de outubro, o ex-presidente Lula (PT) mantém certa estabilidade na vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL), segundo a pesquisa BTG/FSB divulgada nesta 2ª feira (27).

O atual presidente contabiliza apenas 33% do eleitorado. Ciro Gomes (PDT) aparece com 8%, e logo atrás, 7% dos entrevistados afirmaram não votar. Juntos, outros candidatos somam 4% das intenções, e Simone Tebet (MDB), 3%, mesma porcentagem de indecisos.

O levantamento ouviu 2 mil pessoas entre os dias 24 a 26 de junho de 2022. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos em um intervalo de confiança de 95%.

Segundo turno

Má notícia para Bolsonaro nas projeções para o segundo turno: o presidente perde para todos os principais candidatos na eventual votação. Contra Lula, a diferença é de 52% a 37%; 5% citaram ‘nenhum’, e 4% optam por votar em branco ou nulo.

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Contra Ciro Gomes, o candidato do PDT levaria as eleições com uma diferença considerável – 48% a 38%. A diferença mais acirrada se dá em uma eventual disputa com Simone Tebet, mas ainda sim a senadora levaria a melhor, por 41% a 40%.

Já Lula vence em todos os cenários com larga vantagem. Contra Ciro, o petista tem 50% contra 29%. Contra Simone Tebet, 52% a 28%.

Rejeição

Jair Bolsonaro é o candidato com maior eleição entre os considerados na pesquisa; 57% dos entrevistados afirmaram que não votariam no presidente ‘de jeito nenhum’. Com 51% aparece Simone Tebet, e em terceiro lugar, o ex-presidente Lula.

Nesse aspecto, chama atenção os percentuais sobre a falta de conhecimento de alguns eleitores sobre alguns candidatos: 65% afirmaram não conhecer Felipe D’Ávila (Novo) ou Luciano Bivar (União Brasil); e 60% André Janones (Avante). Tebet, a representante da ‘3ª via’, é desconhecida por 59% dos ouvidos.

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Avaliação do governo

Na pesquisa, 50% dos eleitores classificaram o governo como ruim ou péssimo, e 31% como ruim ou regular. Bolsonaro é aprovado por apenas 29% dos eleitores. O percentual é 1% maior do que o registrado na pesquisa divulgada em 13 de junho.

A situação econômica é muito ruim ou ruim para 63% dos respondentes, e boa ou muito boa para apenas 14%. O desemprego (19%) e a inflação (23%) são apontados como os principais problemas da economia do país atualmente.

Sobre a inflação, 97% apontam que perceberam que aumentou ‘muito’ ou ‘um pouco’ nos últimos três meses; e 65% esperam que elas devem continuar aumentando nos próximos meses.

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