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Plenário do Senado aprova indicação de André Mendonça para o STF

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Sabatina de Mendonça no Senado será nesta quarta
Isaac Amorim/ MJSP

Sabatina de Mendonça no Senado será nesta quarta


O plenário do Senado aprovou a indicação do ex-advogado-geral da União, André Mendonça, para o Supremo Tribunal Federal (STF). O nome dele foi aprovado em sessão realizada na noite desta quarta-feira (1º), com 47 votos a favor e 32 contra.

Momentos antes, Mendonça foi sabatinado e também teve seu nome aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado . No colegiado, o placar foi de 18 votos favoráveis contra 9.

Sua aprovação encerra uma espera de mais de quatro meses desde que o presidente Jair Bolsonaro (PL) fez a indicação. O atraso na votação se deve ao senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente da comissão, que se recusou a colocar a sabatina em pauta anteriormente. O parlamentar tinha posição contrária à aprovação de Mendonça.

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“Terrivelmente evangélico”

Mendonça é o nome “terrivelmente evangélico” que Bolsonaro prometeu indicar para o STF. Por conta disso, ele contou com o apoio de lideranças da religião na busca por votos favoráveis.

Apesar disso, ao menos no discurso, o novo ministro se comprometeu “com o Estado laico”. “Considerando discussões havidas em função de minha condição religiosa, faço importante ressaltar minha defesa do Estado laico”, declarou durante a sabatina na CCJ. “Por mais que eu seja genuinamente evangélico, entendo não haver espaço para manifestação pública religiosa durante as sessões do STF”, acrescentou.

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Mendonça é o segundo indicado por Bolsonaro. Antes dele, o presidente escolheu o então desembargador Kássio Nunes Marques, que hoje integra a Segunda Turma do STF.

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Procuradores da Lava Jato queriam operação contra Ciro, diz revista

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Procuradores da Lava Jato queriam operação contra Ciro, diz revista
André Carvalho/ CNI

Procuradores da Lava Jato queriam operação contra Ciro, diz revista

Mensagens realizadas entre procuradores da  Lava Jato – e obtidas através do vazamento de conversas entre integrantes da operação – mostram que o  presidenciável Ciro Gomes (PDT), e seu irmão e senador Cid Gomes, bem como outros políticos, eram alvos de ‘conspirações’ por parte dos servidores.

No grupo chamado de “Filhos do Januário 4”, a procuradora Laura Tessler enviou uma mensagem – sem motivos prévios -, no dia 13 de fevereiro de 2019, e afirmou que estava “louquinha pra fazer uma visita pra ele”.

Outro participante do grupo informou que Léo Pinheor, ex-presidente da OAS, havia realizado acusações contra Ciro em sua delação, mas que recuou em seguida. Jerusa Viecilli, procuradora que integra o “Filhos do Januério 4”, respondeu: “Acordo da Galvao tem”. Tessler celebrou em seguida: “Massa!”

A procuradora Laura Tessler tornou-se conhecida pelo envolvimento em controvérsias na Lava Jato. Em um dos episódios, Tessler ironizou a doença de Marisa Letícia – ex-primeira dama – após o ex-presidente Lula (PT) – dizer que a saúde da sua ex-esposa havia piorado em decorrência das perseguições da Lava Jato.

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Tessler também afirmou que o pedido de Lula para sair da prisão e ir ao enterro do irmão que havia falecido tratava-se de “mimimi” e havia a possibilidade de negar a solicitação, pois o noticiário estava saturado com a tragédia de Brumadinho.


Questionado pela equipe de reportagem da revista Carta Capital, o presidenciável afirmou que as conversas são “mais uma prova de que a organização criminosa comandada por Moro e Dallagnol transformou a estrutura da justiça em um covil de milicianos.” E também afirmou que “o tempo está servindo para desmascarar este método nefasto, mas seus efeitos, infelizmente, ainda vão perdurar. A operação abusiva que sofri recentemente é um reflexo tardio deste lavajatismo que ainda sobrevive”.

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