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PSDB entra no ‘clima de BBB’ e chama Doria de ‘Pai da Vacina’

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João Doria em imagem feita com tema do Big Brother Brasil, sendo identificado como 'Pai da Vacina'
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João Doria em imagem feita com tema do Big Brother Brasil, sendo identificado como ‘Pai da Vacina’

Nesta sexta-feira (14/1), São Paulo foi o primeiro estado a iniciar a imunização infantil contra a covid-19 no país . O PSDB aproveitou a data, que coincide também com o início das apresentações dos participantes do BBB 22, para fazer um post em João Doria é identificado como ‘Pai da Vacina’, como acontece com os membros do reality.

O evento que deu início a vacinação infantil ocorreu por volta das 12h no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), zona oeste de São Paulo. O indígena Davi Seremramiwe Xavante, de 8 anos, foi a primeira criança a ser vacinada contra a covid-19 no país.

O estado tem 4,3 milhões de crianças de 5 a 11 anos que estão aptas a serem vacinadas. Até o momento, São Paulo recebeu 240 mil de doses da Pfizer para o público infantil no primeiro lote.

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Queiroga diz que Doria faz ‘palanque’ com a vacinação infantil em SP

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, criticou o João Doria (PSDB), logo após o estado iniciar a vacinação de crianças contra a covid-19 e aparecer ao lado do menino indígena Davi Seremramiwe Xavante, de 8 anos. As declarações foram feitas no Twitter nesta sexta-feira (14/1). Para o ministro, Doria transformou a imunização em “palanque” político para alavancar a candidatura presidencial.

Em dezembro, o ministro já havia criticado o governador por pedir a vacinação de crianças. Já Doria, declarou em junho que Queiroga tinha “recalque” após o cardiologista afirmar que os imunizantes eram distribuídos pelo governo federal.

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Governo federal lamenta morte de Olavo de Carvalho

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Morte polarizada
O Antagonista

Morte polarizada

O perfil oficial do governo federal abriu uma exceção e lamentou nesta terça-feira a morte do escritor e filósofo autointitulado Olavo de Carvalho , guru do bolsonarismo. Em outras perdas recentes de artistas e pensadores brasileiros, no entanto, não houve homenagens nem menções na mesma conta. Em alguns casos, a Secretaria Especial de Cultura se manifestou nas redes sociais — incluindo o de Olavo.

“O Governo do Brasil lamenta a perda do filósofo e professor Olavo de Carvalho e manifesta seu pesar e suas condolências a familiares, amigos e alunos. De contribuição inestimável ao pensamento filosófico e ao conhecimento universal, Olavo deixa monumental legado”, publicou o governo.

A publicação diz ainda que Olavo era “reconhecido por grandes escritores nacionais”, entre eles Ariano Suassuna, Jorge Amado, Paulo Francis e Miguel Reale. Uma nota de pesar assinada pelo governo federal, pela Secretaria Especial da Cultura e pela Secretaria Especial de Comunicação Social destaca que ele era “admirado por proeminentes intelectuais”.

O guru bolsonarista morreu aos 74 anos nesta segunda-feira, comunicou a família nas redes sociais. Olavo estava hospitalizado na região de Richmond, no estado americano da Virgínia. Ele foi diagnosticado com Covid-19 em 16 de janeiro. Oficialmente, porém, a causa da morte ainda não foi divulgada.

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Quando a cantora Elza Soares morreu na última quinta-feira aos 91 anos, o perfil do governo ignorou. A conta da Secretaria Especial da Cultura, no entanto, se solidarizou. A notícia repercutiu nos principais jornais do mundo, que se referiram à artista como uma “cantora mítica” e “ícone da música brasileira”. O presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus filhos, que também lamentaram a morte de Olavo , não se manifestaram na ocasião.

Considerada uma das maiores cantoras da história da música brasileira, Elza morreu em sua residência no Rio de Janeiro no mesmo dia em que o jogador Garrincha, com quem foi casada, faleceu há 39 anos. Personalidades, clubes de futebol e entidades homenagearam a artista.

A morte do intelectual José Arthur Gianotti, tido como um dos maiores nomes da filosofia brasileira, também passou despercebida pelo perfil do governo federal. Ele era professor emérito da Universidade de São Paulo (USP) e um dos principais estudiosos da obra do sociólogo Karl Marx. Professor na mesma universidade, o filósofo Roberto Romano não foi lembrado pelo governo quando faleceu no ano passado. O mesmo aconteceu com o escritor, jornalista e dramaturgo Artur Xexéo, vítima de complicações em decorrência de um câncer.

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Mesmo quando as vítimas foram artistas populares e reverenciados nacionalmente, o perfil foi silente. A morte da cantora Marília Mendonça foi lamentada apenas pelo perfil da Secretaria Especial da Cultura. A do ator Paulo Gustavo passou em branco em ambas as contas.

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