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Queiroga critica Doria após vacinação de criança: ‘Fazendo palanque’

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Marcelo Queiroga
Foto: Senado Federal

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, criticou o governador João Doria após o estado de São Paulo aplicar a primera vacina pediátrica contra Covid-19 nesta sexta-feira (14) . Segundo o ministro, o governador aproveita a situação para fazer “palanque”. 

“O político @jdoriajr [João Doria] subestima a população. Está com as vacinas do @govbr e do povo brasileiro em mãos fazendo palanque”, escreveu.

Queiroga ainda afirmou que o “marketing” do governador não vai contribuir com a sua gestão. “Acha que isso vai tirá-lo dos 3%. Desista! Seu marketing não vai mudar a face da sua gestão”, afirmou. 

O ministro concluiu dizendo que “os paulistas merecem algo melhor” e que o Ministério da Saúde trabalhou para que as vacinas chegassem “em tempo recorde” no país. Confira:

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Procuradores da Lava Jato queriam operação contra Ciro, diz revista

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Procuradores da Lava Jato queriam operação contra Ciro, diz revista
André Carvalho/ CNI

Procuradores da Lava Jato queriam operação contra Ciro, diz revista

Mensagens realizadas entre procuradores da  Lava Jato – e obtidas através do vazamento de conversas entre integrantes da operação – mostram que o  presidenciável Ciro Gomes (PDT), e seu irmão e senador Cid Gomes, bem como outros políticos, eram alvos de ‘conspirações’ por parte dos servidores.

No grupo chamado de “Filhos do Januário 4”, a procuradora Laura Tessler enviou uma mensagem – sem motivos prévios -, no dia 13 de fevereiro de 2019, e afirmou que estava “louquinha pra fazer uma visita pra ele”.

Outro participante do grupo informou que Léo Pinheor, ex-presidente da OAS, havia realizado acusações contra Ciro em sua delação, mas que recuou em seguida. Jerusa Viecilli, procuradora que integra o “Filhos do Januério 4”, respondeu: “Acordo da Galvao tem”. Tessler celebrou em seguida: “Massa!”

A procuradora Laura Tessler tornou-se conhecida pelo envolvimento em controvérsias na Lava Jato. Em um dos episódios, Tessler ironizou a doença de Marisa Letícia – ex-primeira dama – após o ex-presidente Lula (PT) – dizer que a saúde da sua ex-esposa havia piorado em decorrência das perseguições da Lava Jato.

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Tessler também afirmou que o pedido de Lula para sair da prisão e ir ao enterro do irmão que havia falecido tratava-se de “mimimi” e havia a possibilidade de negar a solicitação, pois o noticiário estava saturado com a tragédia de Brumadinho.


Questionado pela equipe de reportagem da revista Carta Capital, o presidenciável afirmou que as conversas são “mais uma prova de que a organização criminosa comandada por Moro e Dallagnol transformou a estrutura da justiça em um covil de milicianos.” E também afirmou que “o tempo está servindo para desmascarar este método nefasto, mas seus efeitos, infelizmente, ainda vão perdurar. A operação abusiva que sofri recentemente é um reflexo tardio deste lavajatismo que ainda sobrevive”.

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