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Anvisa defende transparência e cooperação entre agências reguladoras

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O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, defendeu nesta quarta-feira (1º) a transparência e a cooperação entre autoridades reguladoras, além de ações que favoreçam a disponibilidade de medicamentos, vacinas e demais produtos de saúde em todo o mundo.

No primeiro dia de reunião virtual da Coalizão Internacional de Autoridades Reguladoras de Medicamentos (ICMRA, na sigla em inglês), Torres destacou ainda a importância de que autoridades reguladoras se mantenham autônomas em sua atuação, de maneira a garantir a confiança da sociedade em suas decisões.

Em relação ao contexto específico da pandemia de covid-19, o diretor-presidente da Anvisa citou também o combate à desinformação. “Estamos enfrentando uma guerra contra notícias falsas porque notícias falsas matam tanto quanto qualquer vírus perigoso”, avaliou.

A reunião

A ICMRA é um fórum internacional de nível executivo integrado pelos principais reguladores mundiais que busca estabelecer uma orientação estratégica comum para os reguladores de medicamentos sobre questões e desafios regulatórios compartilhados. a reunião deve ser finalizada nesta quinta-feira (2).

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Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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Queiroga reafirma que cloroquina não tem comprovação científica

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Queiroga reafirma que cloroquina não tem comprovação científica
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Queiroga reafirma que cloroquina não tem comprovação científica

Dias após um secretário do  Ministério da Saúde publicar uma nota técnica defendendo o uso da hidroxicloroquina contra a Covid-19, o ministro  Marcelo Queiroga admitiu que ainda não há comprovação científica da eficácia do remédio contra a doença.

“Essas medicações foram utilizadas no começo da pandemia e, na época, o uso era chamado uso compassivo. Posteriormente se viu que essas medicações, o uso não era mais aplicável e foi testada em outros contextos. Essas medicações, inclusive eu já falei, são medicações cuja evidência científica da sua eficácia ainda não está comprovada”, disse o ministro em entrevista à TV Brasil.

No último sábado, o secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Hélio Angotti Neto, afirmou em uma nota técnica que vacinas contra a Covid-19 não têm efetividade nem segurança demonstradas, mas que a hidroxicloroquina tem. A afirmação contraria posição da Organização Mundial de Saúde (OMS), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e dos especialistas.

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Após assumir o cargo, Marcelo Queiroga indicou um grupo na Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Únido de Caúde (Conitec) para analisar a utilização do chamado “kit Covid”, ou tratamento precoce, em pacientes que não estão internados.

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Na nota técnica, o secretário faz diversas críticas ao protocolo aprovado pela Conitec. Uma delas é que teria havido uma “assimetria no rigor científico dedicado a diferentes tecnologias”. Para ele, “a hidroxicloroquina sofreu avaliação mais rigorosa do que aquela feita com tecnologias diferentes”.


O grupo de especialistas agora deverá apresentar um recurso ao ministério para que Queiroga possa rever a decisão de Angotti. Na entrevista, Queiroga criticou a oposição entre vacinas e o tratamento e afirmou que “fatos falam mais que narrativas”.

“Essa confusão que se quer criar entre vacina e cloroquina é absolutamente descabida porque a decisão da Conitec, sem analisar o mérito da decisão, que não era uma decisão, era uma argumentação à decisão do secretario, era sobre tratamentro. Vacina não é tratamento, é prevenção primária”, afirmou.

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Fonte: IG SAÚDE

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