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Brasileira que ajudou sequenciar coronavírus vira boneca da Barbie

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Mattel faz boneca em homenagem a Jaqueline Góes de Jesus (segunda da esquerda para direita)
Mattel/Divulgação

Mattel faz boneca em homenagem a Jaqueline Góes de Jesus (segunda da esquerda para direita)


A fabricante de brinquedos Mattel homenageou mulheres que foram importantes para a pesquisa sobre o novo coronavírus. Entre elas, está a biomédica brasileira Jaqueline Góes de Jesus, 31 anos, que virou uma boneca Barbie. A britânica Sarah Gilbert, que liderou a criação da vacina AstraZeneca, também foi homenageada.

Jaqueline fez parte da equipe que fez o sequenciamento genético dos vírus responsáveis pelos primeiros casos de Covid-19 na América Latina. Além da brasileira e da britânica, outras cinco cientistas também serviram de inspiração para a criação de bonecas da Mattel.

Apesar da pouca idade, Jaqueline já participou da equipe que sequenciou o genoma do vírus da zika. Atualmente, ela é pesquisadora bolsista da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), em nível de pós-doutorado, no Instituto de Medicina Tropical de São Paulo — Universidade de São Paulo (IMT-USP). 

Sob coordenação da imunologista Ester Cerdeira Sabino, Jaqueline e seus colegas de equipe sequenciaram o genoma do Sars-CoV-2 em apenas 48 horas após a confirmação do primeiro caso de Covid-19 no Brasil, em fevereiro de 2020. Pelo mundo, esse processo durou, em média, 15 dias.

O rápido sequenciamento permitiu diferenciar o vírus que infectou o paciente brasileiro daquele identificado em Wuhan, na China. O resultado da pesquisa mostrou que o caso brasileiro estava mais próximo de versões do coronavírus detectadas na Alemanha em janeiro de 2020.

Fonte: IG SAÚDE

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Ômicron: Ministério da Saúde prepara reunião para avaliar ações contra variante

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Ômicron: Ministério da saúde prepara reunião para avaliar ações contra variante
Peter Ball – BBC World Service

Ômicron: Ministério da saúde prepara reunião para avaliar ações contra variante

O Ministério da Saúde deve realizar amanhã (30) uma reunião interministerial a fim de avaliar planos e ações de enfrentamento à variante ômicron, cepa do novo coronavírus originada no sul da África e que vem se espalhando rapidamente pelo mundo.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) também deve participar da agenda. O objetivo é balizar as medidas que serão implementadas pelo governo nas próximas semanas.

Além de iniciativas sanitárias, as autoridades devem discutir durante a reunião pontos como a continuidade ou não das restrições de voos originários de seis países do continente africano.

Devem participar do encontro o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, e outros. A agenda ainda não foi oficializada pelo Ministério da Saúde, mas foi antecipada a secretários estaduais de Saúde que participaram de reunião hoje com dirigentes da pasta.

O ministro Marcelo Queiroga, responsável por recepcionar os colegas, buscou hoje passar uma mensagem positiva em relação ao alastramento da ômicron. Em cerimônia realizada na Bahia para formalizar a compra de 100 milhões de doses da vacina da Pfizer, Queiroga voltou a dizer que a nova cepa é “uma variante de preocupação, mas não é uma variante de desespero”.

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“Não é uma variante de desespero porque nós temos autoridades sanitárias comprometidas com assistência de qualidade à nossa população. Hoje temos mais de 42 mil leitos de UTI. Todos esses leitos foram habilitados com valor de diária dobrado. Foram equipados com respiradores, com bombas de infusão. E hoje, se houver uma virtual.

Na última sexta (26), Queiroga havia justificado e defendido a iniciativa do governo brasileiro de restringir a livre circulação com países africanos. Segundo ele, tratava-se de uma “necessidade” para que a ômicron não venha a provocar um “impacto grave”.

“Vamos fechar as fronteiras aéreas para 6 países da África: África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue. A medida foi necessária para que a nova variante do coronavírus não cause grave impacto no Brasil.”

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Até o momento, o Ministério da Saúde investiga um caso isolado de um brasileiro que teve teste positivo para a covid-19 ao desembarcar em São Paulo de um voo originário da África. Não há ainda a confirmação que o caso seja da variante ômicron.

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Fonte: IG SAÚDE

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