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Carnaval: ”Não é o momento de aglomerações”, diz chefe da Saúde em SP

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Carnaval de rua em Minas Gerais
Reprodução: iG Minas Gerais

Carnaval de rua em Minas Gerais

Para o epidemiologista e chefe do Comitê Científico contra a  Covid-19 de São Paulo , Paulo Menezes, afirmou que “ainda é precoce pensar em uma situação de multidões nas ruas, com aglomeração, mesmo que seja daqui a três meses”, referindo-se ao Carnaval na cidade. 

“Não é o momento de pensar nas grandes aglomerações do Carnaval. Ele movimenta milhões e milhões de brasileiros, de pessoas de fora do país”, acrescentou Menezes durante coletiva nesta quarta-feira (24).

Na opinião do médico, o avanço da vacinação em São Paulo e em todo o Brasil é um ótimo indicativo de que a situação em 2022 deverá ser diferente deste ano, mas somente a imunização não garante a segurança em eventos que tenham aglomeração.

Durante a mesma coletiva, o governador de São Paulo, João Doria , declarou que a decisão de realizar ou não o Carnaval cabe às prefeituras do estado, que também podem implementar medidas mais rigorosas no combate a pandemia se acharem necessário. 

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“A decisão pertence a cada prefeitura, elas têm autonomia para essa decisão”, disse Doria.

A questão do Carnaval está sendo discutida em meio a anúncios de 70 prefeituras que já cancelaram as festas oficiais por conta da pandemia. No entanto, o estado de São Paulo diz que manterá a liberação e a capital projeta “o maior carnaval da história”. 

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Para Paulo Menezes, ainda que os indicadores sejam bons, ainda não é possível afirmar que o estado já esteja livre do coronavírus. 

“Temos boas perspectivas, como já foi colocado hoje, o avanço da cobertura vacinal no estado de São Paulo, ele é exemplo pro mundo e mais ainda, o que nós temos de exemplo é conjugar o avanço da cobertura vacinal com outras medidas que tem garantido o nosso sucesso no enfrentamento da pandemia até esse momento. Nós não podemos nos enganar que estamos livres da pandemia, livres do coronavírus, ele está circulando, por isso nós estamos mantendo as medidas com cautela e progressivamente”, disse Menezes.

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Nesta quarta, São Paulo tem 74,4% da população geral com duas doses ou dose única, cerca de 34,4 milhões de habitantes. A meta é chegar em pelo menos 90% até as festas de final de ano.

Já o Brasil está com 61,1% da população completamente vacinada. A projeção é chegar em 80% até o final de fevereiro.

“O melhor é aguardar. Mas estamos confiantes de que vamos ter uma situação mais favorável no final de fevereiro”, finalizou o epidemiologista.

Fonte: IG SAÚDE

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Pfizer: 1 milhão de doses chegam ao Brasil hoje

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O Ministério da Saúde informou que recebe, na noite desta quarta-feira (1º), uma remessa de 1 milhão de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer. Os lotes do imunizante desembarcam no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

A entrega, de acordo com a pasta, é parte do segundo contrato com a farmacêutica, que prevê a entrega de mais de 100 milhões de doses ao Brasil. Até o momento, cerca de 147 milhões de doses do imunizante da Pfizer foram distribuídas aos estados e municípios.

Balanço

Dados do ministério indicam que aproximadamente 313 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 foram aplicadas no Brasil. Mais de 159 milhões de pessoas receberam a primeira dose – quase 90% da população-alvo – enquanto 134,5 milhões completaram o esquema vacinal – 78% do público-alvo.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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