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Média móvel de casos de Covid-19 tem alta de 743%

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Teste de Covid-19
Mufid Majnun / Unsplash

Teste de Covid-19

O Brasil registrou, nesta sexta, 238 mortes por Covid-19, elevando para 620.847 o total de vidas perdidas no país para o coronavírus. A média móvel foi de 138 óbitos, 42% maior do que o cálculo de duas semanas atrás, o que demonstra tendência de alta.

Os dados são do consórcio formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo e reúne informações das secretarias estaduais de Saúde divulgadas diariamente até as 20h. A iniciativa dos veículos da mídia foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde.

Nas últimas 24 horas, 110.037 novos casos foram notificados pelas secretarias de saúde, totalizando 22.925.864 infectados pelo Sars-CoV-2. A média móvel foi de 68.160 diagnósticos positivos, 743% maior que o cálculo de 14 dias atrás, o que demonstra tendência de alta.

A “média móvel de 7 dias” se dá pela média entre o número do dia e dos seis imediatamente anteriores. Ela é comparada com a média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. O cálculo é um recurso estatístico para conseguir enxergar a tendência dos dados “abafando o ruído” causado pelos finais de semana, quando a notificação de mortes se reduz por escassez de funcionários em plantão.

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Vacinação

Ao todo, 14 unidades federativas do Brasil atualizaram seus dados sobre vacinação contra a Covid-19 nesta sexta. Em todo o país, 161.868.628 pessoas receberam a primeira dose de um imunizante, o equivalente a 75,88% da população brasileira. A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 145.276.962 pessoas, ou 68,1% da população nacional. Já 32.353.381 pessoas receberam uma dose de reforço.

Nas últimas 24h foram registradas a aplicação de um total de 711.821 doses de vacinas contra a Covid-19. Foram 32.249 primeiras doses, 123.722 segundas doses, 1.576 doses únicas e 554.274 doses de reforço.

Fonte: IG SAÚDE

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Pfizer e BioNTech iniciam testes em vacina contra variante Ômicron

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Pfizer está desenvolvendo novas versões da vacina contra covid-19
Heudes Regis/SEI

Pfizer está desenvolvendo novas versões da vacina contra covid-19

A Pfizer e a BioNTech, responsáveis por uma das vacinas contra a covid-19 mais utilizadas em todo o mundo, anunciaram hoje o início dos ensaios clínicos para testar uma nova versão do imunizante, desenvolvido para atacar a variante Ômicron.

Os 1.420 participantes do estudo serão divididos em três grupos: o primeiro será de pessoas que receberam duas doses da vacina da Pfizer entre 90 e 180 dias antes da inscrição. Eles serão vacinados com uma ou duas doses da vacina contra a Ômicron.

No segundo grupo estarão as pessoas que receberam três doses do imunizante entre 90 e 180 dias do estudo, eles receberão outra dose da vacina atual ou uma dose da vacina contra Ômicron.

O último grupo, que vai receber três doses da vacina contra a Ômicron, será composto por pessoas que nunca receberam nenhuma dose contra covid-19.

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Todos os participantes têm entre 18 e 55 anos. Segundo o diretor-executivo da BioNTech, a imunidade oferecida pela vacina original pareceu diminuir mais rapidamente com a Ômicron.

“O estudo é parte de nossa abordagem científica para desenvolver uma vacina baseada em variantes que alcance um nível similar de proteção contra a ômicron como o registrado contra as variantes anteriores, mas com uma duração maior da proteção”.

Kathrin Janse, diretora de pesquisas de vacinas da Pfizer, afirmou que a pesquisa faz parte dos esforços do laboratório em busca de um imunizante cada vez mais eficaz.

“Permanecer vigilantes contra o vírus exige que identifiquemos novas abordagens para que as pessoas mantenham um alto nível de proteção, e acreditamos que desenvolver e investigar vacinas baseadas em variantes são essenciais em nossos esforços para atingir esse objetivo”.

Fonte: IG SAÚDE

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