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8 ferramentas para gerenciar suas redes sociais

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8 ferramentas para gerenciar suas redes sociais
Amanda Machado

8 ferramentas para gerenciar suas redes sociais

As redes sociais se tornaram canais fundamentais para a divulgação e comunicação com os clientes. No entanto, com tantos canais disponíveis hoje – e em cada um deles, diversos recursos – fica complicado para uma empresa acompanhar tudo. É por isso que existem plataformas exclusivas de gerenciamento de redes sociais, sejam para programar publicações, criar conteúdos, acompanhar tendências ou monitorar métricas. Veja abaixo 8 ferramentas que vão te ajudar a gerenciar suas redes sociais .

Criação e agendamento de conteúdos

1. Facebook Business Suite

imagem divulgação da ferramenta business suite para gerenciar redes sociais
Lançado em 2020, o Business Suite facilita a gestão de perfis comerciais no Facebook e no Instagram. (Imagem: Reprodução / Facebook Business Suite)

O Facebook Business Suite surgiu em 2020, mas já ganhou boas melhorias de lá para cá.

O objetivo da plataforma é facilitar a gestão dos perfis comerciais no Facebook e no Instagram. É uma forma mais rápida das empresas se manterem atualizadas sobre os seus negócios e criar uma comunicação com os clientes.

Entre as suas funcionalidades estão:

  • visão geral das atividades;
  • agendamento de postagens;
  • acompanhamento e análise de dados;
  • criação de anúncios;
  • acesso rápido a demais recursos como Gerenciador de Anúncios, configurações gerais do Negócio, Biblioteca de Mídia, entre outros.

Vale destacar aqui que todos os recursos do Business Suite são gratuitos.

2. mLabs

imagem divulgação mlabs
A mLabs permite o agendamento e a criação de designs do zero. (Imagem: Reprodução / mLabs)

Além de permitir o agendamento de publicações nesses canais, para datas e horários específicos, com a possibilidade de inserir legenda, hashtags e links, a ferramenta também conta com a mLabs Studio e o Canva integrado, para a criação de novos designs.

A mLabs também possui calendário para acompanhar publicações agendadas e já publicadas, recurso para a definição de lembretes, geração de relatórios para acompanhamento das redes sociais e workflow com integração de toda a equipe.

Com teste grátis, os planos da ferramenta variam de acordo com a quantidade de contas atendidas e o nível (básico e profissional).

3. Etus

imagem divulgação etus
A Etus tem o recurso de mídia paga para Facebook e Instagram. (Imagem: Reprodução / Etus)

Assim como a mLabs, a Etus também oferece agendamento de publicações nas seguintes redes sociais: Instagram, Facebook, LinkedIn, YouTube, Twitter, Tumblr, Pinterest e Google My Business.

Mas além desse serviço, que é carro-chefe da empresa, a Etus também conta com os seguintes recursos:

  • mídia paga em publicações no Facebook e Instagram;
  • relatórios personalizados;
  • SAC centralizado, onde é possível responder todas as mensagens em uma única caixa de entrada;
  • gestão de projetos (workflow) para integração da equipe;
  • captação de leads com integração para disparador de e-mails;
  • calendário de datas sazonais;
  • marca d’água automática;
  • banco de imagens.
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A Etus possui planos mensal, semestral e anual, e os valores variam de acordo com a quantidade de contas.

4. Canva

imagem divulgação canva
O Canva vai além do design e conta com o recurso Planejador de Conteúdo. (Imagem: Reprodução / Canva)

A ferramenta Canva já é bastante conhecida pelas suas possibilidades de criação de design, com templates variados, gratuitos e pagos, recursos de edição de imagens e vídeos, e exportação para diversos formatos.

Mas além disso, o Canva também tem o chamado Kit de Marca , espaço onde é possível deixar salvo o logotipo, as cores e as fontes usadas por cada cliente, uma forma de economizar tempo; e o Planejador de Conteúdo , espaço para organizar e agendar publicações nas redes sociais.

Importante destacar que esses dois recursos não estão inclusos no plano gratuito do Canva que também traz limitações em templates. Mas a ferramenta disponibiliza o plano Pro e Enterprise , com teste gratuito, **que libera todas as funções.

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5. Postgrain

imagem divulgação interface postgrain para gerenciar redes sociais
Um recurso interessante do Postgrain é a função de repostagem de publicações. (Imagem: Reprodução / Postgrain)

Como o próprio nome já aponta, o Postgrain é totalmente focado no Instagram. Ou seja, a ferramenta permite o agendamento de publicações, stories e IGTVs com antecedência, facilitando também a navegação por todas as contas agenciadas, em um único espaço.

Outros recursos interessantes da plataforma são:

  • gerenciamento de interações (chats e respostas);
  • integração de catálogo de produtos com as publicações na rede social;
  • relatórios dos perfis;
  • suporte para dúvidas e necessidades;
  • função de repostagem;
  • gerenciamento de times.

Os preços do Postgrain variam de acordo com a quantidade de contas gerenciadas, mas a plataforma oferece teste gratuito.

Monitoramento

6. BuzzSumo

imagem divulgação interface buzzsumo
A ferramenta ajuda a monitorar a reputação de uma marca, bem como identificar tendências e gostos do público. (Imagem: Reprodução / BuzzSumo)

O BuzzSumo é focado em monitoramento de desempenho e geração de novos insights para a criação de conteúdos. O que isso quer dizer?

Quer dizer que a ferramenta, a partir da coleta de artigos e de engajamentos sociais, simplifica as informações para que fique mais fácil identificar as tendências, reconhecer o que o público gosta e monitorar a reputação de uma marca, facilitando, com isso, a criação de conteúdo e a atração de pessoas.

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Além disso, a ferramenta tem um recurso dedicado a influenciadores, em que ajuda marcas a identificarem as personalidades ideais para campanhas.

Com plano gratuito, limitado, o BuzzSumo também conta com outros planos pagos que liberam outros recursos: Pró, Mais e Grande.

Dados e relatórios

7. Quintly

imagem divulgação relatórios quintly
Focada em análises, a Quintly tem API para integrações. (Imagem: Reprodução / Quintly)

A Quintly é uma ferramenta paga (com teste gratuito) focada em análise de dados de mídias sociais com API para integrações. Ou seja, nela é possível acompanhar o desempenho de um perfil e colher insights sobre concorrentes, clientes e também influenciadores para as estratégias de marketing digital.

São mais de 500 métricas disponíveis pela ferramenta em painéis totalmente personalizáveis para que você consiga analisar os dados que são relevantes para cada rede, seguindo a necessidade de cada cliente.

Além dos dados e painéis de análises, a Quintly também conta com relatórios personalizados que podem ser criados e automatizados, com controle de acessos a informações privadas.

8. Reportei

imagem divulgação relatórios reportei
A Reportei oferece análise de dados de redes sociais e ferramentas de marketing digital. (Imagem: Reprodução / Reportei)

A Reportei é mais uma ferramenta dedicada à análise de dados, relatórios e dashboards de redes sociais e marketing digital, como: Instagram, Facebook, Youtube, Linkedin, Google e outras plataformas de disparo de e-mails.

Nela é possível definir as métricas ideais para cada cliente e criar templates específicos para cada conta, com total controle e personalização. Os relatórios também podem ser automatizados para serem enviados por e-mail nos períodos definidos.

Outros dois recursos interessantes da plataforma são: a possibilidade de análises em texto, vídeo e imagem; e a chamada linha do tempo, com relatórios em formato de história com datas de cada projeto.

Os planos da Reportei variam de básico, intermediário, avançado ou personalizado, este último para mais de 15 contas.

E aí, já utiliza alguma dessas ferramentas ou tem alguma para indicar? Conta aqui nos comentários!

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Google enfrenta processos nos EUA por rastreamento de localização

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Google enfrenta processos em estados americanos por práticas de rastreamento de localização
Murilo Tunholi

Google enfrenta processos em estados americanos por práticas de rastreamento de localização

Um grupo de promotores de vários estados americanos, incluindo Texas, Indiana e Washington DC, disse nesta segunda-feira (24) que está processando o Google, da Alphabet.

Segundo eles, mesmo quando os consumidores desativam o rastreamento de localização em seus telefones, o Google continua a rastrear seus movimentos usando uma função separada chamada “atividade na Web e em aplicativos”, disseram os procuradores, citando um relatório da Associated Press de 2018 como base para a afirmação.

Além disso, disseram que a empresa removeu um aviso ao consumidor alegando que “os lugares que você frequenta não são mais armazenados”. Partes dos processos foram redigidas, e a cópia da queixa de Washington D.C. dizia ter sido arquivada sob sigilo.

“Na realidade, independentemente das configurações selecionadas, os consumidores que usam produtos do Google não têm outra opção a não ser permitir que a empresa colete, armazene e use sua localização”, de acordo com uma reclamação postada nas redes sociais por Washington D.C.

As reivindicações representam mais um desafio legal à coleta de informações do Google, que está sob intenso escrutínio de reguladores e defensores do consumidor, alegando que é mais invasivo do que os consumidores desejam ou imaginam.

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A empresa já está enfrentando dúvidas sobre se continua a rastrear navegadores que acreditam que seu “modo de navegação anônima” encobre sua identidade e se os usuários podem bloquear efetivamente seus cookies de rastreamento de atividades.

Jose Castañeda, um porta-voz do Google, disse em comunicado que os processos são “baseados em alegações imprecisas e afirmações desatualizadas sobre nossas configurações. Sempre incluímos recursos de privacidade em nossos produtos e fornecemos controles robustos para dados de localização. Vamos nos defender vigorosamente e esclarecer as coisas”.

De acordo com os procuradores-gerais, a empresa também possui configurações de usuário conflitantes e confusas, tornando quase impossível para os consumidores impedirem o Google de coletar seus dados de localização.

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“Definitivamente confusas”

O processo do Distrito de Columbia citou discussões internas do Google em que funcionários disseram que suas divulgações de histórico de localização eram “definitivamente confusas” e que as configurações da conta pareciam projetadas para criar a ilusão de controle do usuário, mas eram “difíceis o suficiente para que as pessoas não percebessem. ” A denúncia não citava a fonte das informações.

Os processos dizem que as táticas duraram de 2014 a pelo menos 2019 e ocorreram por meio de dispositivos que usavam o sistema operacional Android do Google, bem como aplicativos do Google e serviços baseados na web, como pesquisa e mapas.

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Um caso semelhante foi aberto contra o Google pelo estado do Arizona em 2020, segundo o qual,  “o Google torna impraticável, se não impossível, que os usuários optem por não participar da coleta de informações de localização”.

Como os casos anunciados nesta segunda-feira, o processo do Arizona diz que o Google continuou a rastrear os movimentos dos usuários por meio de “atividades na Web e de aplicativos” e outros meios, mesmo que optassem por desativar o histórico de localização.

O Google disse que introduziu uma série de novos recursos que dão aos usuários mais controle sobre seus dados, incluindo exclusão automática de dados de localização, modo de navegação anônima nos mapas do Google e divulgações mais detalhadas sobre sua política.

O Google tem sido objeto de vários processos nos últimos anos. Em julho, 36 estados e o promotor público da capital, Washington, processaram a subsidiária Alphabet por supostas práticas anticompetitivas relacionadas à sua loja de aplicativos Google Play.

Dois outros processos estão em andamento nos Estados Unidos relacionados à posição dominante do buscador Google, e um terceiro à tecnologia utilizada na publicidade.

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