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MT registra 36 mortes por covid-19 em 24h e passa de 43,6 mil casos de infecções

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Tribunal Superior Eleitoral

 

Mato Grosso registrou mais 36 óbitos em decorrência da covid-19 no estado nas últimas 24 horas. Com isso, o número de mortes em MT subiu para 1.616 por conta da doença. Já o número de infectados confirmados é de 43.637, segundo o boletim da Secretaria de Estado de Saúde (SES). Lembrando que os dados não levam em conta os resultados de teste rápido.

 

Segundo a SES, 24.939 pessoas já se recuperaram da infecção e 17.082 pessoas estão em tratamento/monitoramento. A taxa de óbitos em Mato Grosso é de 3,7%, levando em conta os dados dos testes PCR.

 

357 UTIs estão pactuadas para receber pessoas com covid-19. Porém, 427 pessoas estão internadas em UTIs com covid-19, ou seja, número superior aos leitos pactuados. Dos leitos pactuados com o Ministério da Saúde, 303 estão com pacientes e outras 54 estão livres, segundo o boletim da SES.

 

Dos óbitos registrados por covid-19 em Mato Grosso, 40,8% eram mulheres e 59,2% homens. 72,9% com comorbidade e 27,1% não tinham comorbidade.

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A cidade com mais casos é Cuiabá, com 9.563 confirmações e 481 mortes; Várzea Grande tem 3.308 confirmações e 267 óbitos; Rondonópolis tem 2.880 casos e 153 mortes, as 3 são as maiores cidades de Mato Grosso. 

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TSE aponta que 8 candidatos ao Senado em MT estouraram limite de gastos

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta que dos 11 candidatos ao Senado nas eleições suplementares de Mato Grosso em 2020, apenas 3 não “estouraram” o limite de gastos na campanha estabelecida pela própria legislação eleitoral, que é de R$ 3 milhões.

De acordo com informações de um portal do TSE que informa os recursos recebidos e os gastos realizados dos candidatos nas eleições de 2020, apenas Valdir Barranco (PT), Feliciano Azunaga (Novo) e o Procurador Mauro (PSOL) não ultrapassaram o limite de R$ 3 milhões de gastos de campanha.

 

O ex-deputado federal e candidato ao Senado por Mato Grosso nas eleições suplementares de 2020, Nilson Leitão (PSDB), puxa a fila dos “gastões”. Ele declarou ter recebido R$ 11 milhões em doações além de informar que contratou despesas de R$ 11,9 milhões. Desse total, só R$ 5,4 milhões foram pagas.

O vencedor da eleição ao Senado, Carlos Fávaro (PSD), ficou na vice-liderança quando o assunto são gastos contratados durante a campanha, com R$ 10,9 milhões a pagar para fornecedores. Ele alega ter recebido R$ 11,7 milhões e já pagou R$ 5,5 milhões.

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O advogado Euclides Ribeiro (Avante) ultrapassou o limite de gastos na campanha, contratando R$ 10,3 milhões em despesas. Ele obteve 58.455 votos, ficando em antepenúltimo lugar no pleito.

Nesse sentido, sobre “otimização” de recursos em razão do número de votos, o Procurador Mauro é o vencedor. Ele recebeu em doações R$ 544,8 mil e contratou gastos de R$ 420 mil, obtendo 97.573 votos – assim, cada voto lhe “custou” apenas R$ 4,3.

A Coronel Fernanda (Patriota), apoiada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), contratou gastos de R$ 8,2 milhões tendo recebido R$ 6,3 milhões em doações. Ele ficou em segundo lugar nas eleições, obtendo 293.362 votos.

Já o ex-governador Pedro Taques (Solidariedade) contratou R$ 3,6 milhões em serviços para sua campanha, e recebeu de doações R$ 2,9 milhões. Ele, que já foi senador da República, alcançou 71.368 votos.

De acordo com o TSE os candidatos que ultrapassaram o limite de gastos nas eleições estão sujeitos ao pagamento de multa e responderem na justiça por abuso de poder econômico. Vale lembrar que a juíza aposentada, Selma Arruda (Podemos-MT), foi cassada em dezembro de 2019 justamente por abuso de poder econômico após ser eleita em 2018.

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Confira abaixo a tabela com os candidatos das eleições suplementares de Mato Grosso, os recursos recebidos em campanha, os gastos contratados, além das despesas que já foram pagas.     

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